População do Jardim Júlio se divide sobre futuro de quadra

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Parte dos moradores quer manutenção de área de lazer, parte pede base comunitária de segurança

Enquanto uma parcela da população pede pela reforma da quadra esportiva, a outra faz um abaixo-assinado para a construção de uma base policial/Fotos: Redes Sociais

Uma obra inacabada na rua Júlio Feltscher, no Jardim Júlio, tem causado oposição entre a população do bairro. Isso porque, enquanto alguns moradores pedem que a reforma na quadra esportiva seja retomada, outra parcela da população exige a construção de uma base policial no local.

Em um vídeo enviado ao Barueri na Rede, um morador do bairro mostra como está a atual situação do local, onde uma quadra foi desativada para reforma e construção de outra no lugar. Ele diz que a quadra é o único local para lazer no bairro. “Essa quadra era o único local para esportes no Jardim Júlio. A obra está parada há pelo menos duas semanas. Onde nossas crianças vão brincar agora? É preciso um espaço para recreação no Jardim Júlio”, relata o homem.

Em outro momento do vídeo, o morador diz que há pessoas fazendo um abaixo-assinado com outra finalidade para o local. “Se o esporte começa na comunidade, peço que as autoridades não abram mão da reforma da quadra, mesmo com pessoas pedindo que seja construída uma base comunitária, as crianças precisam de um local para brincar”, termina o morador.

Questionada pelo BnR sobre o abandono da obra e sobre o futuro do local, a prefeitura, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), enviou a seguinte nota: “Estava prevista a reforma total da quadra e, por questões de segurança, houve inicialmente a remoção dos alambrados, grades e traves a fim de evitar ocorrências de acidente no local. Entretanto, antes da continuidade dos serviços, a Secretaria de Esportes foi cientificada, por meio de abaixo-assinado com 84 assinaturas, que parte da comunidade não deseja a reforma da quadra e prefere outra destinação para o local. Diante da reivindicação popular, a prefeitura vai se reunir e conversar nos próximos dias com a comunidade para verificar a melhor solução juridicamente possível”.

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