Moradores reclamam da falta de iluminação em avenida do Silveira

1550
- Publicidade -

Avenida Brigadeiro Jordão está com luzes da rua apagadas há dias. População afirma que já foram feitas reclamações

Em comentários nas Redes Sociais, moradores afirmam que não é a primeira vez que a avenida fica sem iluminação/Fotos: Val Gonçalves

A avenida Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão, no Jardim Silveira, está com as luzes de rua apagadas há dias, deixando moradores e comerciantes preocupados. De acordo com uma publicação nas redes sociais, já foram feitos pedidos de solução aos órgãos da Prefeitura, mas, sem respostas.

Numa publicação, em que um morador reclama da situação na avenida, uma residente do bairro conta que chegou a fazer uma queixa, mas sem sucesso. “Eu liguei para a Secretaria de Obras e avisei que a avenida Brigadeiro estava às escuras. Alguém veio trocar as lâmpadas? Não vieram”, relata a mulher.

Ainda na publicação, moradores questionam que pagam taxas de energia e que, por isso, o serviço deveria ser regularizado. “Já que vem incluída a contribuição de custeio de serviço de iluminação pública em nossa conta de luz, estamos no direito de cobrar por uma solução rápida do problema”, esbraveja uma moradora. “E na conta de luz está lá a taxa sendo cobrada do povo”, “o povo paga taxa, então não é motivo para estar assim”, reclamam outros munícipes da vizinhança.

A situação tem colocado em perigo pedestres e comerciantes da região. Em um outro comentário, uma leitora afirma que o perigo para ela é horário que volta do trabalho. “Chego do serviço tarde da noite e me deparo com a avenida desse jeito”, contesta ela. Em outro caso, uma mulher afirma que a falta de energia e lâmpadas da rua costuma se repetir. “Isso nunca tem solução. Avenida Brigadeiro Jordão sempre no breu”, conta ela.

Após a publicação, o Barueri na Rede entrou em contato com a prefeitura, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), pedindo um posicionamento sobre as luzes apagadas da avenida, que é uma das principais do Jardim Silveira. Até o fechamento desta reportagem, o jornal não obteve resposta.

- Publicidade -