Aglomeração em monte de oração preocupa Moradores do Parque Viana

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De acordo com a população do bairro, fiéis continuam se reunindo no local durante a quarentena para reuniões

O Barueri na Rede vem recebendo relatos de moradores do Parque Viana, preocupados com a quantidade de pessoas em monte de orações localizado no bairro, na avenida Aníbal Correia. De acordo com a população local, mesmo com a decisão de quarentena contra o novo coronavírus na cidade, religiosos continuam se reunindo e causando aglomerações.

“Moro em um condomínio em frente a uma mata, e todas as noites um grupo grande de pessoas se reúne na mata, que chamam de ‘monte de orações’, mesmo com a orientação de não formar aglomerações”, conta um morador do bairro. “São cerca de 40 a 50 carros por noite que chegam aqui, e em cada um desses veículos, há pelo menos três pessoas. Ficam todos em frente a trilha fazendo reuniões”, completa ele ao BnR.

Outro morador, afirma que já tentou acionar a Guarda Civil Municipal (GCM), mas, sem sucesso. “Já liguei diversas vezes para a GCM e PM, mas nunca mandam uma viatura. Já cheguei a parar uma viatura pedindo para conversarem com o grupo de religiosos, mas me disseram que não podiam fazer nada”, ressalta o munícipe. “Nós moradores do bairro fomos até o grupo para orientá-los, dizer que não é o momento para fazer aglomerações, mas não adiantou”, completa o morador.

Diante das denúncias, o BnR entrou em contato coma Prefeitura, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), questionando o posicionamento da GCM em relação as reclamações dos moradores do bairro. Em nota, a Secom informou que a GCM tem realizado fiscalização constante junto as igrejas, fechando algumas, inclusive.

A Prefeitura ainda afirmou que ‘os guardas estiveram no local mencionado e pediram ao público presente para interromper a ação, obedecendo à orientação de distanciamento social’. Por fim, foi mantida a orientação de que em casos semelhantes, que despertem a preocupação sobre o não cumprimento do isolamento social, os moradores façam as denúncias pelo telefone 153.

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