Dezembro 2016

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chairNÃO, OBRIGADO (31/12) – O prefeito Gil Arantes não participará da cerimônia de posse de seu sucessor, Rubens Furlan, na tarde deste domingo, 1º/1. Com isso, Gil termina seu mandato oculto, como fez no último ano. Segundo o protocolo da cerimônia de transmissão de cargo, apenas os atuais e futuros prefeitos e vices terão direito à palavra. Jaques Munhoz deve ir. O evento está marcado para as 15 horas no plenário da Câmara Municipal e são esperadas cerca de mil pessoas. O auditório tem 300 lugares para o público. Também serão empossados os 21 vereadores da próxima legislatura.

imperadorCARLINHOS REELEITO? (31/12) – Está tudo certo para que Carlinhos do Açougue seja mantido na presidência da câmara por mais dois anos. A eleição será realizada neste domingo, após a cerimônia de posse dos eleitos em outubro. A candidatura de Carlinhos esteve ameaçada nas últimas semanas por Toninho Furlan ou Fabião, nomes preferenciais de Rubens Furlan. Carlinhos sempre contou com oito votos fiéis. Faltavam três. Mas o empenho do atual presidente e as negociações encaminhadas recentemente selaram um acordo que deve mantê-lo na cadeira. O restante da mesa diretora ainda está por ser definido.

liberadoFURLAN LIBERADO (7/12) – A Justiça Eleitoral aprovou em definitivo a prestação de contas de campanha de Rubens Furlan. A decisão da juíza eleitoral de Barueri, Renata Bitencourt Couto da Costa, é de 6/12, terça-feira, e foi publicada na quarta. Havia pendências quanto às contas do prefeito eleito relativas a uma doação recebida de terceiro e outras duas do próprio Furlan, que somaram R$ 2,160 milhões. Também houve um questionamento a um contrato de locação de uma de suas empresas. A Justiça decidiu que não havia irregularidade em nenhum dos casos.

diplomaCANUDO DE PAPEL (6/12) – A diplomação de Rubens Furlan e dos 21 vereadores eleitos em outubro será na sexta-feira, 9/12, no plenário da Câmara Municipal, às 14 horas. A diplomação é o ato pelo qual a Justiça Eleitoral atesta que o candidato foi efetivamente eleito pelo voto popular e declara que ele está apto para tomar posse no cargo. O eleito não é obrigado a participar pessoalmente da solenidade, mas a cerimônia costuma ser muito concorrida.

guerraCARLINHOS EM GUERRA (6/12) – O presidente da câmara, Carlinhos do Açougue, decidiu declarar guerra a um grupo de procuradores do município. Carlinhos, que se diz perseguido, fez um levantamento de empresas de concursos e assistência jurídica que têm como sócios procuradores de Barueri, o que ele entende ser irregular. Em suas palavras, a perseguição se deve pelo fato de ter se recusado a contratar uma dessas empresas para fazer a reforma administrativa da câmara. Acompanhado do vereador Kascata, Carlinhos pretende entregar denúncias à Polícia Federal e ao Ministério Público que incluiriam até fraudes em concursos públicos.

escondeCHÁ DE SUMIÇO (6/12) – Nesses últimos instantes do mandato parlamentar, as sessões da câmara estão mais monótonas e é cada dia mais difícil juntar vereadores para votar as matérias apresentadas. Na terça-feira, 6/12, a maior parte do tempo foi gasta em homenagens e elogios a figuras da cidade. No momento das votações da pauta, os legisladores simplesmente sumiram. José de Mello, que presidia interinamente os trabalhos, precisou chamar nominalmente ao microfone os companheiros desaparecidos para que se dignassem a votar. Nem assim apareceram todos.

ESCONDINHOS (1º/12) – A votação da contribuição que aumenta o valor da energia elétrica em Barueri deu o que falar na sessão da câmara de terça, 29/11. Havia vereadores que preferiam não votar a matéria e fizeram de tudo para evitar apertar o botão de votação. Desaparecem e foram insistentemente convocados pelo presidente da sessão, Miguel de Lima, que chegou a mandar fazer nova chamada para averiguar quem estava na casa. Aos poucos, um aqui, outro ali, foram dando as caras mas, no fim, Dr. Antônio, Toninho Furlan, Jô e Fabião deixaram de votar. Foram chamados de covardes pelos colegas e houve até quem pedisse o corte de seus vencimentos. O projeto acabou aprovado com 13 votos a dois.