Novembro 2016

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CHAME O SUPLENTE (9/11) – Foi aprovado em primeira votação o projeto que altera a Lei Orgânica do Município e fixa o limite de 120 dias de afastamento de vereador por motivo da saúde até ser convocado seu suplente. Hoje, não há prazo estipulado, o que permitiu que Junior Munhoz tenha se mantido afastado para tratamento por 16 meses sem prejuízo de seus vencimentos nem substituição. Outros dois vereadores que precisaram se afastar, Maria Evangelista e Tarzã, retomaram os trabalhos em menos de um mês. A regra que não define prazo vigora desde 1990, quando foi promulgada e legislação municipal. A apreciação definitiva do projeto será na próxima sessão, dia 16/11.

boicotePREFEITO BOICOTADO (9/11)  – Um inusitado boicote a Gil Arantes foi posto em prática durante a sessão da câmara de 7/11. Inesperadamente, os vereadores que têm aprovado tudo o que o prefeito manda ao Legislativo sem nem mesmo ler direito, começaram a pedir vistas de projetos enviados pelo Executivo. Pedir vistas significa adiar a apreciação ou votação de projetos para melhor análise. Os vereadores planejaram reter três iniciativas do prefeito e conseguiram em dois casos. O terceiro passou por distração dos revoltosos. Segundo se comentava entre as cadeiras dos parlamentares, o boicote foi promovido porque Gil não estaria atendendo a pedidos dos vereadores. Que pedidos, ninguém disse.

brigaGENTE NERVOSA (2/11)  – O inquérito aberto pelo Ministério Público para investigar improbidade dos vereadores na decisão de anular a reprovação das contas do prefeito Rubens Furlan de 2011 tem sido motivo de muita tensão nos bastidores da câmara. Basta o assunto vir à tona para os nervos ficarem à flor da pele. Na sessão de 2/11, chegou a haver empurra-empurra na sala de café do Legislativo e os protagonistas do entrevero foram Saulo Goes, Jânio e Fabião. O que mais incomoda o pessoal é que na lista de investigados está gente que não votou pela anulação do decreto que rejeitou as contas enquanto outros que votaram ficaram de fora.

planosJÂNIO E OS PLANOS (2/11) – O vereador Jânio Gonçalves decidiu abrir uma cruzada contra os planos de carreira do funcionalismo, aprovados em março deste ano. Sempre que pode, Jânio volta ao assunto na câmara. O vereador do Parque Imperial tem dito que os planos foram aprovados pelos vereadores por motivação política e não visando os interesses dos servidores municipais. Ele tem defendido que o projeto volte ao Legislativo para ser apreciados novamente. Os planos foram aprovados, inclusive por Jânio, sob intensa pressão contrária dos funcionários e hoje são objeto de processo na Justiça, já que uma ação questiona a forma como foram votados pelos vereadores.