Marido mata mulher diante do filho de dois anos

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Marcelo Pereira dos Santos assassinou a esposa a golpe de facas na madrugada de sexta-feira, 6/1

Marcelo e Gisele estavam casados desde 2009 e tinham um filho de dois anos. Foto: Facebook

Marcelo Pereira dos Santos, de 31 anos, matou na madrugada desta sexta-feira, 6/1, sua mulher, Gisele dos Santos, a golpes de faca, na casa em que viviam, na rua Gabriela, no Parque dos Camargos. O crime aconteceu diante do filho do casal, de dois anos de idade.

Os vizinhos foram surpreendidos por volta de uma hora da manhã com uma discussão entre marido e mulher, que eram casados desde 2009. Testemunhas relatam que não era comum os dois brigarem. Gisele começou então a gritar e a polícia foi acionada, mas quando chegou ao local, ela já estava morta. De acordo com relato dos policiais, além dos golpes de faca, Marcelo degolou a esposa.

Marcelo fugiu saltando por uma janela de cerca de três metros de altura e machucou o ombro na queda. Ele seria preso pouco tempo depois pela Guarda Municipal no Pronto Socorro do Parque dos Camargos. Os guardas foram ao local para alertar os profissionais de saúde sobre a possível procura por atendimento médico pelo agressor quando o encontraram.

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Marcelo no momento da prisão. Foto: GCM

Segundo apurou o Barueri na Rede, Marcelo seria usuário de drogas e isso provocava constante tensão no casal, pois ele frequentemente queria de Gisele dinheiro para comprar drogas. Vizinhos relatam também que ele pedia dinheiro aos conhecidos para manter o vício.

O Conselho Tutelar foi acionado, uma vez que toda a cena foi presenciada pela criança, que chegou a dizer aos policiais que o pai havia matado a mãe. O menino foi inicialmente acolhido por uma conselheira tutelar, mas já foi entregue aos cuidados  de uma tia materna.

Nos últimos dias, Marcelo publicou três mensagens de cunho religioso. Na manhã de quinta-feira, horas antes de crime, ele postou o seguinte texto:

“Aqui está o segredo para experimentar a suficiência de Deus: chegar ao fim de nós mesmos e dos nossos recursos. Quando chegamos a esse ponto paramos de pedir a compaixão dos outros pela nossa situação ou pelo tratamento que recebemos; pois reconhecemos nas circunstâncias as próprias condições de benção, e nos voltamos delas para Deus. Vemos nelas uma oportunidade para lançar mão das suas promessas.”