UBSs e PS: falta de remédios básicos e utensílios para exames

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Na lista estão medicamentos como prednisona, buscopan, tilenol, parecetamol, antibióticos, além da utensílios para a realização de exames e vacinas

Na última semana, o Barueri na Rede recebeu uma série de reclamações sobre a falta de alguns medicamentos e utensílios para a aplicação de vacinas e exames na rede pública de saúde. Moradores citam pelo menos três Unidades Básicas de Saúde (UBS) e o Pronto Socorro do Engenho Novo.

Em um dos casos, uma moradora do Jardim Graziela foi atendida no Pronto Socorro do bairro vizinho, Engenho Novo, no domingo, 2/6, com dor de cabeça e garganta inflamada. Ao ser examinada por uma médica no local, foram receitados os medicamentos dipirona, prednisona e antibióticos. ”No final da consulta a médica me informou que não tinha medicamentos para todos os dias que eu precisava. Ela me deu uma cartela de cada medicamento, e fez uma receita para que eu comprasse o restante”, conta a paciente ao BnR.

Porém, a moradora do Jd. Graziela relata que insistiu antes de comprar os remédios que faltavam. “Comprei apenas o dipirona e voltei ao Pronto Socorro na segunda-feira, dia 3/6 para conferir se já tinha chegado os outros remédios. Somente na terça-feira, meu namorado foi mais uma vez ao hospital, e com a receita conseguiu pegar os medicamentos que faltavam”, termina a leitora.

Em outros dois casos, leitores reclamam da falta de tubos para a realização de exames nas UBSs do Vale do Sol e do Jardim Califórnia. “O exame de sangue do meu filho de três anos já estava marcado, e chegando a UBS do Vale do Sol fui informada que não havia material para colher o exame”, reclama outra leitora ao Barueri na Rede.

Já na UBS do Parque Viana, os moradores se queixaram da falta de medicamentos básicos como buscopan, tilenol e paracetamol. De acordo com um morador, a escassez desses medicamentos tem sido uma situação frequente na UBS do bairro.

Sobre o caso da paciente do PS do Engenho Novo, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom) não negou a falta de remédios, e disse que o medicamento já está disponível para a pessoa. Sobre as demais reclamações a Prefeitura não se pronunciou.